3 coisas que aprendi com o Hackathon da Guiando

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Por Bárbara Colucci, Team Leader de Marketing da Guiando

No último mês, o Hackathon da Guiando contou com a participação de mais de 30 pessoas de diferentes áreas, como Consultoria, Operações, Tecnologia, entre outras.  Como dito anteriormente pelo nosso CEO Rodrigo Schittini (você pode acessar clicando aqui), o evento foi um grande sucesso.

A diretriz dada pela banca foi criar, do zero, uma ferramenta/add on/produto, que impactasse o cliente e/ou gerasse receita, nova ou por otimização de processos. A partir de então, poderíamos sonhar. E foi o que fizemos! 

Na véspera da maratona, nos reunimos e começamos a pensar no que faria sentido para o momento em que a Guiando se encontra. Discutimos ideias que provavelmente poderiam ganhar, outras que tinham potencial, e uma muito arriscada: entregar a automação para notas fiscais de serviços – demanda que todos sabemos que era um baita desafio para os nossos times. Não seria fácil e teríamos pouco tempo, além de recursos limitados. Mesmo assim, decidimos seguir em frente.

O desafio era implementar uma solução (API) que coleta notas fiscais de serviços diretamente de diversas prefeituras dentro do nosso produto, integrado ao nosso ecossistema de importação de faturas, de maneira completamente funcional e com uma interface pronta para ser utilizada.

Próximo do final do evento, depois de um trabalho quase ininterrupto do nosso time de desenvolvedores, desenvolvimento de modelo de negócio, precificação, análise de concorrência e persona, e restando apenas 5 minutos de prazo para entrega final do pitch comercial, estávamos com problema de funcionalidade do software. 

O desespero foi gigantesco, uma vez que não tínhamos um plano B. Mas, com o empenho e ajuda de muitos colegas, tudo deu certo e conquistamos o primeiro lugar do pódio.

No fim, o Hackathon me ensinou muitas coisas, mas consigo destacar três.

Não desistir

A primeira é nunca desistir de uma coisa que você acredita que vai dar certo. Por mais clichê que possa parecer, essa lógica é válida. Aos “45 do segundo tempo”, as coisas não aconteceram conforme o planejado e poderíamos ter desistido, mas não foi o que aconteceu. Seguimos em frente, confiantes no trabalho que havia sido feito, pois alguma coisa boa sairia dali! 

Unir forças e habilidades

A segunda é que times multidisciplinares são a chave para resultados extraordinários. A experiência e habilidades de cada um em áreas diferentes, com visões distintas, nos fez criar um projeto muito mais coeso. 

Engajamento é fundamental

A terceira é que nada disso adiantaria se não tivéssemos vontade de fazer acontecer. O que muda o jogo é essa gana de transformar, essa injeção de motivação e um time todo engajado para transformar uma realidade pode mover montanhas. Mas, no caso do hackathon, criamos um novo produto que provavelmente vai ser um dos principais canais de receita nos próximos anos.

Ou seja, as ações promovidas pela empresa podem em um primeiro momento parecer meramente interativas. No entanto, a partir do momento em que há uma mobilização, vontade de aprender e de ter trocas mútuas de conhecimentos, além de prosperar nos momentos de adversidade, é possível criar algo inovador. 

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